Ernest Rutherford e o Átomo Nuclear

Odilon A. P. Tavares

A humanidade e, de resto, toda a vida em nosso planeta, sustenta-se às custas da energia que primariamente foi e tem sido gerada, em maior escala, nas reações entre núcleos atômicos leves que estão presentes no Sol (fusão termonuclear de núcleos de hid

A humanidade e, de resto, toda a vida em nosso planeta, sustenta-se às custas da energia que primariamente foi e tem sido gerada, em maior escala, nas reações entre núcleos atômicos leves que estão presentes no Sol (fusão termonuclear de núcleos de hidrogênio), e ,em escala bem menor, na assim chamada fissão nuclear (quebra de núcleos pesados, como os de urânio) que ocorre nos reatores nucleares das usinas de geração de eletricidade.

Mas, afinal, desde quando e como se tornaram conhecidos os núcleos atômicos? Quem os identificou como sendo a ultraminúscula região central do átomo a qual concentra toda a carga elétrica positiva e praticamente toda a massa atômica?
Cem anos exatamente se passaram desde o anúncio público pelo físico e químico neozelandês sir Ernest Rutherford (1871−1937), o descobridor do núcleo atômico, na reunião da Sociedade Filosófica e Literária de Manchester (Inglaterra) em 7 de março de 1911.

No presente artigo recordam-se os principais feitos que levaram os cientistas nos primeiros anos do século passado a concluírem pela existência do núcleo atômico, o constituinte fundamental de toda a matéria do Universo. O conhecimento sobre o núcleo atômico e as tecnologias daí decorrentes têm proporcionado ao homem moderno desfrutar de melhor saúde, conforto e bem estar.

Fonte: Mz Formativa


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